Mar em conotações

jul 02

Porto Seguro e minhas saudades - Foto: arquivo pessoal

Porto Seguro e minhas saudades – Foto: arquivo pessoal

O que eu deixei para trás foi apenas a figura das ondas que quebram na praia.
O mar, esse desenho de cores múltiplas,
está sempre em mim, mesmo que nas entrelinhas.

Suzana Martins 07/2014

CompartilheShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrPin on PinterestShare on LinkedInEmail this to someone

2 comments

  1. Belo! Fez lembrar aquele continho incrível da Lygia F. Telles, “Confissão”, que embora sobre um tema distinto fala desse mesmo mar de conotações da tua poesia:

    CONFISSÃO
    — Fui me confessar ao mar.
    — E o que ele disse?
    — Nada.
    [Lygia Fagundes Telles]

  2. André, muito obrigada pela sua presença por essas Marés.
    Sou grata pelas suas palavras!!!

    Sabe, as vezes eu me sinto assim como a Lygia. O mar é meu confessionário, mas ele sempre – ou as vezes – fica em silêncio!

    Obrigada mais uma vez!!

    Beijos!!!^^

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Content Protected Using Blog Protector By: PcDrome.