das singelezas outonais

maio 11

das singelezas outonais

Hoje, num arranha-céu de saudades, feito estrelas que passeiam pelo universo, escorreu outono pela minha janela. E de longe, feito um pretérito nostálgico, avistei as flores que eram banhadas pela chuva… Chuvas de outono com aromas de inverno. Chuvas coloridas. Gotas de sentimento! Chove estrelas, e a derme abraça o outono que reinventa cores nostálgicas pela madrugada… Suzana Martins – 05/2017...

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(re)descobertas

jul 26

(re)descobertas

Aos poucos adapto-me aos mesmos lugares; aos poucos acostumo com a solitária letra, aquela, que escorre entre os olhos. Aos poucos redescubro-me fora de mim. Pouco a pouco, bem devagar, redescubro-me do lado de dentro, no íntimo daquele mundo, que rabisquei antes de partir. As minhas asas? Quebraram antes que eu pudesse sair do casulo. (*) Suzana Martins – 08/2016 (*) fragmento editado em agosto de 2016, fragmento original foi escrito em 08/2011 e publicado no blog Nostra Dolce Vita...

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#pesamento #divagações #letras365

mar 31

#pesamento #divagações #letras365

Nas estranhas e vazias horas do ontem, letras sangraram o papel. Palavras quebradas, uma a uma, feito vidro despedaçado… Versos cortantes, papel rasgado, sentimento ferido, alma exposta! Suzana Martins – 03/2015

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#letras365: Veleiro de saudade

jul 24

#letras365: Veleiro de saudade

Um dia, sob o cinzento céu, hei de partir num veleiro azul. Viajarei sem destino, descobrindo o horizonte e buscando águas de cores desconhecidas. Partirei além mar. Navegarei em oceanos coloridos, ancorando saudades por onde pousar. Levarei dentro de mim pedaços de versos, nostalgias cinzentas e algumas tempestades. Num dia de luz nublada, hei de partir, carregando apenas fragmentos de mim… (Suzana Martins – 07/2014) *Ouvindo Jason...

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Palavras, esses vazios de mim

jul 07

Palavras, esses vazios de mim

Pensei em algumas letras, alguns versos, mas as palavras ficaram na inércia do sentimento. Tudo ficou em branco, ou negro, não sei nada das cores para divagar metáforas… Não consegui traçar as minhas sílabas tortas, nem aquele texto com palavras absurdas que rabisquei numa madrugada insone. Até conjecturei parar de escrever, mas, esconder as minhas palavras seria deixar que eu morresse aos poucos, como em conta gotas. Gosto das letras desenhadas, dos versos que rasgam os sentimentos. Gosto ainda mais, daquelas letras que soam como música. Pode ser em dó, ou até mesmo em lá menor. São esses fragmentos de versos que me ajudam a respirar. Não quero morrer no vazio dos rascunhos. Não posso deixar palavras perdidas num guardanapo de papel que será lançado ao lixo do sentir. Preciso das rimas, tortas ou certas, para sobreviver. Os versos revelam meias verdades de mim, por isso sinto a necessidade de respirar por meio deles. Escrever é apenas uma maneira de esvaziar a alma… Repito sim todas as letras, às vezes até, como espelho refletindo imagens. Mas, não posso deixar o barco a deriva e navegar num mar vazio de sentimentos. A minha derme é uma mistura de versos, água e sal. Fragmentar, mesmo no vazio de mim, é entender que o escrever é respirar. Respiro. Escrevo. Vivo. Rasgo as folhas. Faço algumas conotações. Mas as metáforas, mesmo que vazias, são cheias de mim… Escrevo, repito letras, mas não deixo de existir! Suzana Martins...

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Mar em conotações

jul 02

Mar em conotações

O que eu deixei para trás foi apenas a figura das ondas que quebram na praia. O mar, esse desenho de cores múltiplas, está sempre em mim, mesmo que nas entrelinhas. Suzana Martins 07/2014

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