Desejo sem fim…

jan 04

Desejo sem fim…

Tua boca Teu sexo Vontade louca Teu desejo em mim. Minha língua, faceira, Passeia pelo teu corpo Procurando um doce e belo Abrigo. Teu toque Meu sentir Teu corpo Desejo sem fim. Tua derme Minha boca Tua língua passeando em mim… Suzana Martins – 01/2016 Fotografia: Peter Coulson...

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Entrega II

dez 19

Entrega II

Completamente nua, Entrego-me a ti. Inteira e sem enfeites. Sem máscaras e amarras, Nua de mim… Aceitas-me? Entrego-me aqui, sob a lua, Despida de todo e qualquer Sentimento mórbido. Entrego-me a ti, completamente, Livre de mim… Entrego-me Sem pudor! Entrego-me Com desejos escorrendo Entre os dedos, Com os lábios sedentos de desejos… Rendo-me a ti, Entrega-se a mim. Suzana Martins 12/2015 *imagem:...

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Último gole

nov 04

Último gole

Um último gole é o que peço! Um gole deste teu corpo que ainda está em mim… Um último gole e só! Preciso degustar cada parte e ti Antes que meu desejo vire pó, Antes que o copo fique vazio, Antes que o líquido evapore… Um último gole e só É o que peço! Imploro, com o copo vazio, pelo último sabor do teu beijo, pelo último toque de desejo… Suplico, tal qual vontade rasgando o querer, pelo último gole de ti. Imploro, sem receios, pelo última gota E depois, antes de partir, mata-me a mim! Suzana Martins –...

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Teu corpo: pedaços inteiros em mim…

out 01

Teu corpo: pedaços inteiros em mim…

Teu corpo: volúpia e sedução. Meu corpo: desejos secretos de ti… Teus beijos, teus seios, tua pele. Poros exalando vontades explícitas em mim… Teu calor absorve minhas entranhas, num silêncio quase profano num orgasmo além do sentir. Teu corpo, Meu corpo, Tua pele, Minha derme, Teus olhos, Tua boca, desejos molhados em mim… Suzana Martins...

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Jamais… Nunca mais!!

jun 22

Jamais… Nunca mais!!

Jamais lamentarei pelo verso esquecido, pelo beijo roubado, Pelo amor revelado. Jamais rasgarei outra carta de amor nem escrevei outro verso cheio de flor quando os meus momentos revelarem a dor! Jamais esquecerei o tudo daquele velho mundo que um dia reinventei. Jamais! Nunca mais… Logo eu que, em minha dualidade, sempre achei que a intensidade fosse um revelar de promessas sem cumprir! Nunca mais escreverei versos que não revelem o sentir… Nunca mais lamentarei um poema que um dia esqueci! Nunca mais escreverei qualquer letra que não seja intensa a ponto de ouvir passos… Nunca mais… Jamais… Jamais: esse tempo verbal cheio de sem fim… [Suzana Martins...

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Quinta-na quinta

abr 16

Quinta-na quinta

Senhor Mário eu bem que tentei, mas não consegui fingir… Não me julgue! Quinta-na chuva. Eu bem que tentei… Responde Mário, isso é fingir? Quintana a vida incomodou… – “tudo aquilo teria mesmo tanta importância?”* Não! Eu confesso Mário: Quinta-na rua Apertei o passo, perdi a feira, esqueci o compasso… Suspirei. Chorei. Surtei. Morri com as minhas inquietações… Responde Mário, isso é fingir? *RECEITA “No dia em que estiveres muito cheio de incomodações, imagina que morreste anteontem… Confessa: tudo aquilo teria mesmo tanta importância?” Mario Quintana in “Porta Giratória” Poesia Completa, p.832 Poema escrito para a ‘conVersa poética’, com Mário Quintana, no grupo...

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