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‘última página’
Tudo começou em 2009 quando a queridíssima Lunna Guedes me convidou para escrever em diários, mas de uma maneira diferentemente de escrever em blogs ou em outra ferramenta de comunicação. A ideia era expressar a influência das estações do ano em cada uma de nós, em um diário palpável. Abracei a ideia e comecei a construir momentos: descobri que as ...
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#letras365 – Certas Coisas
"Não me peças que cante,
pois ando longe,
pois ando agora
muito esquecida.
Vou mirando no bosque
o arroio claro
e a provisória
flor escondida."
(Cecília Meireles)
Cecília Meireles desperta em mim as melhores sensações que existem...
Entre as horas que correm apressadas num dia de sol, finjo ser outono nessas palavras que respiram maresia e imitam uma brisa serena retardando as horas que ...
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Dos comentários que viram post
Tomei nota no blog da Lu (Menina no Sótão) e viajei em palavras nessa Segunda-Feira de tempo bom e de saudades…
É segunda-feira. Dia de voltar pra casa. Dia de abraçar mamãe e despedir. Dia de saudade. Dia de recomeços. Dia de ponteiro apressado. É dia dos ponteiros passarem lentamente em mim. Dia de burlar as regras do tempo e ...
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Leitura de Chuva – Cecília e Mário
Post dedicado a Menina no Sótão
“Mário de Andrade: desde que voltei de São Paulo tenho tido tanta vontade de lhe escrever e, ao mesmo tempo, a minha cabeça tem andado tão aturdida com tal espécie de coisas que eu, com franqueza, não sei, afinal, si já lhe escrevi ou não...”
Cecília Meireles
a/c Av. Atlântica, 466, ap.53
“Mário de Andrade: S. Paulo absorveu-me ...
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De uma Menina para outra
Porto Seguro, outono com nuvens carregadas de saudade.
"Os olhos dos outros são prisões; seus pensamentos nossas celas.”
(Virginia Woolf)
Querida Menina,
Tenho saudades de ti. Saudades que se acumulam entre letras, diários, papeis e tantas outras cartas que ficaram por escrever. Tenho saudades de quando eu entrava em teu sótão nas madrugadas chuvosas, ou daqueles dias em que o sol por aqui ...
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Série: Janelas
As janelas da casa estavam fechadas, enquanto lá fora chovia recordações. As grossas e transparentes gotas de chuva enfeitavam os vidros que pareciam luzes de outono, era a paisagem que brindava saudades e trazia lembranças da janela de um sótão que do outro lado desenhava uma cidade inteira. Pensei em ti e em todas as suas ilusões rascunhadas em ...
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Do que trago em mim
Por Lunna Guedes e Suzana Martins
Trago em mim um punhado de saudades…
Vontade de compartilhar palavras com a menina que fica em seu sótão enquanto eu imagino galhos onde eu possa me sentar para espiar sua multidão silenciosa. O vento trás pra junto de meus olhos as letras que ela tece ao longe... Ouço o som do teclado inventando paisagens inteiras ...
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Epifanias – cap. 29
Por Lunna Guedes
Anne permaneceu ali durante um curto espaço de tempo. Imóvel, a observar aquela paisagem fria e completamente indiferente de Alexandra que já não se parecia em nada com aquela menina que havia despertado em sua pele antigos sentimentos que até então ela julgava incapaz de alimentar novamente. Anne precisava de uma resposta, que não veio. Havia entre ...
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Epifanias – cap. 28
Por Lunna Guedes
Alexandra voltou para o carro a passos lentos. Trazia na mente aquela figura humana que lhe conferia agora e desde poucos minutos antes uma espécie de memórias de um corpo que ainda sentia inquietações e todas aquelas manifestações iniciadas por um breve olhar lançado em direção a um rosto bem desenhado. Um lábio escandaloso que parecia se ...
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E-pifanias. Cap 27
Por Lunna Guedes
Ela temperou o chá com açúcar, sentou-se diante da janela e ficou lá, pela primeira vez ela era o seu próprio horizonte. Sua ciência. Todas as direções terminavam ali. Havia um misto de saudades em sua derme. Seu corpo ainda sentia os braços de Anne envoltos ao seu. O primeiro sorriso ainda insistia em permanecer na moldura de ...
Para você, minha irmãzinha...
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Esquecimento
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Esquecimento
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