Ainda não sei, amanhã talvez seja cedo. Amanhã desdobraremos conversas e trocaremos sorrisos distantes, sorrisos estes que se perderam no meio do caminho. Entraremos num carrossel de sentimentos, lá onde as palavras ficarão presas, surdas e os roucos sons tentarão decifrar as nossas vozes. Vozes abafadas que ecoam no abismo
Autor: Suzana Martins
‘Nossas Marés’ – é a porta aberta para receber poet’amigos e seus sentimentos rabiscando versos. Sexta-feira é dia de deixar o tempo de lado e simplesmente versar, contar, cronicar e cantar. Ela exala o perfume da açucena, a flor do sertão. Menina potiguar, da terra do escritor Luís da Câmara
Teu olhar penetrante rasga a minha derme e entrelaça todas as minhas vontades. Sem pudor, entrego-me! Teu sorriso, deveras perverso, suplica por um beijo tentador. Sem reservas, nossos lábios se tocam… Teu corpo, esta teia perigosa, aquece as minhas vontades. Face a face. Beijo a beijo. Olhos nos olhos. Desejos.
A face que está enrugada, revela a idade avançada… No corpo as marcas do tempo de quem um dia caminhou com o vento. A expressão cansada, porém feliz de quem um dia foi donzela ou até meretriz! Mulher, apenas mulher! O sorriso que derrama nos lábios dos beijos doados, dos
‘Nossas Marés’ – é a porta aberta para receber poet’amigos e seus sentimentos rabiscando versos. Sexta-feira é dia de deixar o tempo de lado e simplesmente versar, contar, cronicar e cantar. Hoje mais uma parceria Vidráguas – EntreMarés; ancora nesse porto a escritora Isadora Paiva Espinosa! Seja bem-vinda!! Carinho para a alma Carinho é
As horas passaram feito tempestade pelos meus ponteiros incendiando um tempo que não atravessa paredes; horas mórbidas, horas frias, horas incontáveis que atropelam os oceanos em raios e trovoadas… Despeço-me apenas dos segundos sem poder contá-los. Onde está o tempo? Onde as horas foram parar? As lágrimas escorrem feito saudade








