Nunca te falei que já morei numa cidade escondida no mapa. Nunca te falei que já passei minhas férias inteiras num sítio, nem te falei da minha paixão por cavalos. Nunca te disse nada de mim… Não te falei de como as minhas asas são frágeis, nem nunca cantarolei todas
Autor: Suzana Martins
11 jogadores no gramado e 39 mil nas arquibancadas Por Suzana Martins O Engenhão estava lotado. O público de 39 mil torcedores, divido entre flamenguistas e atleticanos, enfeitou as arquibancadas não apenas com bandeiras e camisetas, mas trouxeram raça e estilo. Os rubro-negros comportaram-se como o décimo segundo jogador do
Aportou. Ficou descalça. Correu pela areia feito criança correndo atrás da bola. Parou. Escreveu o seu próprio tempo dentro do mar nostálgico que morava em sua alma. [Suzana Martins] “Percebeu que em algum momento algo precioso se perdeu… O tempo se foi, levando de si tantas alegrias, risos inocentes e
Pensei no nome ‘poesia inversa‘ ao olhar os detalhes que a nova vida me apresenta. Deixei para trás um mar de águas claras para mergulhar em outras estações onde o oceano é composto por gotículas de pessoas que passam sem ao menos observar o céu e toda a sua beleza.
Ela deitou. Estava cansada dos ruídos que percorriam sua derme. Queria trancar-se dentro da sua caixa de Pandora e ficar esquecida para sempre. Havia diversas imagens dentro de si, e todas essas cenas a incomodava. Victória fechou seus olhos para não assistir ao desfile de ausências que teimavam em embalar
RECONSTRUÇÃO (Edu Lázaro e Suzana Martins) Em paralelo à relatividade, tua presença espiritual, física ou vice-versa… Acomodo-me entre um aroma e outro. Apenas entrego-me dentro de ti… Durmo no turno da distância: hora sou vagão do passado, outras, tempestade de areia. Deleite açucarado, quente sensação nos entremeia. Apenas entrego-me dentro







