Silenciei as minhas vozes, / e procurei perto, longe / cada toque daquela sutil melodia / que entardecia entre galhos e folhas. / Parecia até uma madrugada / que corre em horas soltas / com ruídos mágicos de tempo sem limites...
Autor: Suzana Martins
“Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade”. (Cecília Meireles) É estranho dizer: 26 anos. É uma sensação diferente… estranha. A mesma quando fiz 19! Mas na realidade,
“E me pertences e te pertenço, mais do que à vida e ao pensamento. Sombra por sombra toda abraçada, levo-te como anjo da guarda. Tens tudo quanto me quero e penso: – frágil, exata. (Amor. Silêncio.)” [Cecília Meireles - Mar Absoluto/Retrato Natural, pág, 30] poema dedicado a Tati Lanetzki Eu
Algumas borboletas conseguem ir até o fim, outras ficam no meio caminho com as asas partidas. Suzana Martins
“O Amor… É difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para
Nunca te falei que já morei numa cidade escondida no mapa. Nunca te falei que já passei minhas férias inteiras num sítio, nem te falei da minha paixão por cavalos. Nunca te disse nada de mim… Não te falei de como as minhas asas são frágeis, nem nunca cantarolei todas








