Estou em silêncio. As palavras estão ausentes de mim. Estou em falta com as letras desenhadas no papel e a minha voz está fraca, pois não recito mais os versos bordados num livro de capa colorida. Há silêncios em mim. Pousei a minha alma num sentir mudo, ausente de tudo.
Autor: Suzana Martins
Espalham-se asas pelo céu, pelos mares, por todos os lugares. Asas de anjos, se é que eles existem, asas de pássaros que brincam de voar na imensidão, asas de uma menina que não entende a solidão. Há asas por todos os lados asas que brincam asas que pintam asas que
Desde que o Entre MarÉs “trocou de roupa”, a coluna “Nossas Marés” não havia aparecido por essas águas. Na realidade o tempo anda meio disperso de mim, ele tem caminhado tão apressado que eu não consigo encontrá-lo para organizar as coisas por esse cais. Mas, sem falar de tempo, ou
Algumas borboletas conseguem ir até o fim, outras ficam no meio caminho com as asas partidas. No entanto, nem sempre são as asas que encantam em sua beleza, e sim o vôo, que mesmo perdido, é encontro.
Imagem de Arquivo Pessoal Uma pequena parte criticou, falou mal e, assim, alguns se assustaram, outros se afastaram, os amigos de verdade comemoraram e a grande maioria compartilhou sorrisos e abraços com a notícia de namoro-casamento. E não pense que foi tudo aconteceu de repente, porque na realidade essa história
(Imagem de arquivo pessoal: Quadrado – Trancoso – Bahia) Ficou dentro de mim pedaços de uma saudade que foi construída entre as falésias de um Quadrado que, entre pretéritos, contou histórias de descobertas. Histórias essas que não fui personagem principal, nem coadjuvante; nesse tempo, sou apenas espectadora e autora da






