Ela tem uma maneira peculiar de intercalar palavras. Usa e abusa dos sentimentos em letras que parecem nascer a cada gole de chá. Ela, simplesmente, brinca com as palavras como uma criança que joga amarelinha na calçada. Apresento, hoje, no Entre Marés a querida Maggie May! Bem vinda!! “Prendia o
Entre MarÉs
Dentro das tuas falas encontro algumas asas que sobrevoam o sentir. Dentro das tuas asas encontro outros tantos versos livres numa poesia avulsa escrita em ti… Num sorriso de letras, os teus lábios recitam poesia de asas que encantam meus lábios, hipnotizando minhas abstratas sentimentalidades. Enquanto tu falas, um pássaro
#devaneio: foram às conversas sobre detalhes, os olhares, as mãos, os sorrisos e tanta troca de carinho, que transformou o silêncio e letras. Na construção das palavras, nas falas silenciosas, na canção que paira em cada olhar… nascem desejos e versos que ultrapassam o entender. Não há nada melhor que
Por: Guará Matos Hoje o Entre Marés recebe um poet’amigo muito especial: o Guará Matos. Nos conhecemos em meio a poesia e versos de portos distantes e trocamos marés e ondas em meio a tantas palavras. O convite foi feito e aceito. E ao responder o convite ele disse:”fiz um
Fingimos muito bem ser poetas num invisível mundo de rimas. “O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só
Pudesse eu inventar palavras, inventar poemas. Palavras doces, poemas puros sem intenção alguma. Não tenho palavras inventadas, tenho apenas a letra da canção que toca no rádio, sem pureza cheia de desejo e pretensão. Pudesse eu inventar versos que coubessem dentro do livro. Páginas inteiras de contos que contam o







