Aproximem-se do Porto, hoje temos versos desenhados por Luiza Maciel: (Desenho: Multidões) o silêncio vibra infinito sob uma pétala encontras um vestígio aquele olhar terno dos seus sonhos abriga teus anseios na pele da alma ela tem uma multidão em cores de arco-íris que dança inteira Hoje o Entre Marés
Entre MarÉs
A madrugada tem a sua beleza indescritível, uma beleza própria inventada com a dedicação dos versos. Quando chove, as luzes da cidade misturam-se em gotas proporcionando cores que só a noite consegue transmitir e sentir. Entre os pingos de chuva, os ventos de uma noite fria, reinventam a tal nostalgia
Porto Seguro, outono com nuvens carregadas de saudade. “Os olhos dos outros são prisões; seus pensamentos nossas celas.” (Virginia Woolf) Querida Menina, Tenho saudades de ti. Saudades que se acumulam entre letras, diários, papeis e tantas outras cartas que ficaram por escrever. Tenho saudades de quando eu entrava em teu
Desvio o olhar de todas as janelas hoje não quero brincar com elas. Rasgo as flores e os arranjos que se arranjam enfeitando cortinas e balançando o vento nelas… Fecho o que seriam portas suspensas e vou contrariando todas as minhas vontades que seguem abertas num desejo trancado dentro de
A turma da bike inventou um passeio entre a praia e a serra. Eu não poderia deixar de ir, não é?! Vou ali e depois eu conto como foi… “…Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda…” (Romanceiro da
Dentro de nós há sentimentos e palavras que serão eternos. Vozes que falam através do silêncio e de toda canção explícita num poema de Interioridades. E mesmo que não haja versos a prosa encantará numa imagem desenhada em palavras e vírgulas. O que se conta numa crônica ou num poema,



