10º BookCrossing Blogueiro

abr 21

10º BookCrossing Blogueiro

Todos sabem que eu simplesmente AMO participar do BookCrossing Blogueiro (mais: clique aqui). Acho que é uma experiência fantástica e super agradável. E a minha participação aconteceu na última sexta-feira (17/03), porém não tive tempo de fazer meu post. Mas, hoje: estamos aqui!! Lu, desculpa o atraso… Para quem não sabe: “O BookCrossing Blogueiro foi inspirado no BookCrossing – um movimento que acontece fora do mundo virtual – e nada mais é do que o ato de “libertar” um livro com a finalidade de difundir o hábito da leitura. E nós que adoramos ler, sabemos que um livro fechado na estante tem o mesmo valor de páginas em branco. Para valer, ele precisa ser usado e apreciado! Vamos compartilhar esse livro que você já leu e que não pretende reler?” Fonte: Página do Evento Em dez edições de BookCrossing Blogueiro, esta foi a mais fácil para escolher o lugar onde deixaria os livros e qual história eu iria espalhar. Os exemplares que eu escolhi para espalhar histórias foi o da Nora Roberts (Nudez Mortal, Diamantes do Sol e Dançando no Ar). Eles estavam enclausurados há dois anos em minha estante. E pensei: “por que não libertá-los?” Tenho certeza que alguém vai amar essas histórias! Quando você tem um livro que já leu e não irá passar mais os seus olhos por ali, por que deixá-lo preso? Histórias precisam de asas e novos olhares. Quanto ao lugar pensei: “vou deixa-los na praça de alimentação da universidade”. Sim, voltei para a universidade!!!! Mas, isso é uma história para contar depois, o foco agora é o BookCrossing!! =) Na sexta-feira, entre sorrisos e alguns cafés, esqueci Nora Roberts na praça de alimentação da Anhanguera-Unian/ABC. Desta vez não fiquei para ver quem resgataria aqueles livros, estava atrasada para a minha aula. Em cada um dos livros um bilhete de “esquecimento” e no rosto um sorriso de felicidade! Cada participação é diferente, mas a sensação de espalhar leituras é mais incrível possível. As sensações podem variar de acordo com o tempo… (rs). Se você ainda não libertou um livro da clausura da estante ainda dá tempo, pois o BookCrossing Blogueiro termina dia 23/04. Participe e sinta as emoções desta blogagem! Gostou?! Quer participar? Dicas:...

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Quinta-na quinta

abr 16

Quinta-na quinta

Senhor Mário eu bem que tentei, mas não consegui fingir… Não me julgue! Quinta-na chuva. Eu bem que tentei… Responde Mário, isso é fingir? Quintana a vida incomodou… – “tudo aquilo teria mesmo tanta importância?”* Não! Eu confesso Mário: Quinta-na rua Apertei o passo, perdi a feira, esqueci o compasso… Suspirei. Chorei. Surtei. Morri com as minhas inquietações… Responde Mário, isso é fingir? *RECEITA “No dia em que estiveres muito cheio de incomodações, imagina que morreste anteontem… Confessa: tudo aquilo teria mesmo tanta importância?” Mario Quintana in “Porta Giratória” Poesia Completa, p.832 Poema escrito para a ‘conVersa poética’, com Mário Quintana, no grupo...

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#pesamento #divagações #letras365

mar 31

#pesamento #divagações #letras365

Nas estranhas e vazias horas do ontem, letras sangraram o papel. Palavras quebradas, uma a uma, feito vidro despedaçado… Versos cortantes, papel rasgado, sentimento ferido, alma exposta! Suzana Martins – 03/2015

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Uma nota só

mar 10

Uma nota só

Era só um verso que, por sofrer de amor, fugiu… e de tristeza, partiu… Um único verso esquecido dentro do poema perdido e que de amor havia morrido… Suzana Martins...

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O vento e suas ilusões

mar 04

O vento e suas ilusões

Sopra o vento sobre as nuvens numa tarde tecida de fios de incerteza. Sopra a noite sob as nuvens num entardecer em que o sol se reinventa… Sopra a madrugada numa manhã de chuvas e sol pincelado de sonhos. O sopro e todas as suas ilusões: é ali onde me invento, me esvoaço tal qual ave perdida nos caminhos do sol. No vento: sigo sem rumo invadindo o sono, nas ondas do ar: caminho sem saber de praia, num balanço de nuvens: invento o vento sem sabe onde vou cair. Penso em planícies onde eu possa pousar, paro o vento e pouso solta no ar. Desafio as aves que sobrevoam a praia para, quem sabe, num voo final, alcançar o mar. Suzana Martins – 01/2011 Postagem original:...

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No ritmo dos corpos

fev 23

No ritmo dos corpos

Em teus braços, aqueço-me dentro de ti. Entrelaço-me em teu calor e esqueço-me em teu corpo. Lentamente passeio as minhas mãos pelos teus ombros e deixo o teu vestido vermelho cair em nossos pés. Num segundo, sinto a maciez dos teus seios e o teu doce aroma de óleo de ameixa encontrando com a minha pele… Timidamente, tu me olhas, e reconhecendo em mim o desejo, as tuas mãos começam despir as roupas que ainda me cobres. Os corpos desejam, sem pudor, o encontro com o prazer… Os nossos lábios se encontram num beijo macio. A tua boca, num hálito voluptuoso, passeia pelo meu rosto arrepiando toda a minha derme. Tu me beijas deliciosamente murmurando ao meu ouvido o desejo que nos foi permitido. Sem pudores, somos únicas e os nossos corpos seguem em cadências ritmadas. Tu estás em mim. Passeias e desliza teu corpo no meu tal qual movimento que transpira vontade, pecado, libido e cobiça… As tuas mãos em minhas costas, o teu sussurro em meus ouvidos, abafam o gemido que solto num orgasmo prazeroso que escorre em nós. É a nossa derme que se encontra em êxtase. Tu aguças o meu prazer com a tua boca e cobiçamos nossas vontades num desejo sem fim. É o encontro dos nossos corpos, da nossa derme que num calor mútuo suplica sexo e prazer… Suzana Martins 08/2011 Pseudônimo: Capitu/Sophie Texto escrito para o extinto blog: Uma Combinação...

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Do livro: Folhas Avulsas

fev 13

Do livro: Folhas Avulsas

(In)verso. InVentar? Pudesse eu inventar palavras, inventar poemas. Palavras doces, poemas puros sem intenção alguma. Não tenho palavras inventadas, tenho apenas a letra da canção que toca no rádio, sem pureza cheia de desejo e pretensão. Pudesse eu inventar versos que coubessem dentro do livro. Páginas inteiras de contos que contam o maior dos prazeres. Não tenho letras cantadas, tenho apenas um pouco de tudo e cada coisa ao mesmo tempo. Escrevo no prazer das linhas assexuadas. Pudesse eu inventar, mas não invento, apenas sinto o desejo dos versos em seu maior prazer de encaixar palavras sexuadas morrendo nas páginas dos cadernos. Pudesse eu inventar poemas puros, mas todos os poemas de amor são impuros. Por isso não invento, apenas sinto o calor das mãos a escorrer pelo corpo do papel na ânsia de encontrar palavras cheias de vontades… Suzana Martins – maio/2011 Do livro: Folhas Avulsas – pág....

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