Transgressões

jul 11

Transgressões

O meu pecado é esse excesso carnal que abraça as minhas letras sem nenhum pudor. A minha transgressão é esse pulsar ultrapassando o sentir que habita em mim. O meu pecado é essa vontade de ti, transgredindo todos os desejos que moram em mim. A minha transgressão é esse desejo, é esse desvelo pelo toque, pelo beijo, pelo gozo ocultos em meu bel prazer. Sim! O meu pecado é denunciado pelas letras que transgrediram todo aquele querer… Suzana Martins –...

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Dia das Mães!!!

maio 13

Dia das Mães!!!

Mãe é abraço que acalma, é perfume em flor. Mãe é poesia serena, é alento pra dor! Mãe é sentimento que pulsa, é um eterno verso de amor. Suzana Martins –...

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das singelezas outonais

maio 11

das singelezas outonais

Hoje, num arranha-céu de saudades, feito estrelas que passeiam pelo universo, escorreu outono pela minha janela. E de longe, feito um pretérito nostálgico, avistei as flores que eram banhadas pela chuva… Chuvas de outono com aromas de inverno. Chuvas coloridas. Gotas de sentimento! Chove estrelas, e a derme abraça o outono que reinventa cores nostálgicas pela madrugada… Suzana Martins – 05/2017...

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Ilusão

dez 12

Ilusão

Quero apenas um gesto, um olhar, um suspiro… Quero apenas uma palavra ou, simplesmente uma linha daquele teu poema. Quero sentir cada verso teu, e mesmo não sendo meus, na minha doce ilusão, quero absorver todas as tuas palavras que, num imaginar profundo, penso serem escritas para o meu deleite. Quero desejar-te. Sonho sussurrar versos para ti. Quero um poema teu na ilusão do meu sentir! Suzana Martins –...

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das palavras sentidas

set 25

das palavras sentidas

De agora em diante escreverei carta de amor, sonetos de saudade e todas as teorias impossíveis de um sentimento real no imaginário do ser… Hoje, somente hoje, escreverei folhas ao avesso. Amanhã, talvez, estarei à sua janela numa serenata de versos clichês… De agora em diante serei eternamente sua num verso que tu modelas com as próprias mãos… Suzana Martins –...

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(re)descobertas

jul 26

(re)descobertas

Aos poucos adapto-me aos mesmos lugares; aos poucos acostumo com a solitária letra, aquela, que escorre entre os olhos. Aos poucos redescubro-me fora de mim. Pouco a pouco, bem devagar, redescubro-me do lado de dentro, no íntimo daquele mundo, que rabisquei antes de partir. As minhas asas? Quebraram antes que eu pudesse sair do casulo. (*) Suzana Martins – 08/2016 (*) fragmento editado em agosto de 2016, fragmento original foi escrito em 08/2011 e publicado no blog Nostra Dolce Vita...

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Sobre a chuva

jan 14

Sobre a chuva

A chuva veio rasgou as árvores levou a luz molhou a terra rodopiou tempestades. A chuva veio deixou o vento levou o lamento. A chuva veio enquanto eu brincava com o tempo… Suzana Martins – 01/2015 Imagem:...

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