E quando por ai está quente, eu levo um pouco de frio para você; quando o ventilador fica no meu ouvido, você me leva para dentro de ti… (rs) Não importa se estamos longe, se falamos e escrevemos entre as linhas e pelas entrelinhas do poema… Eu entendo, você entende…
Autor: Suzana Martins
Em sua escrivaninha um chá de lembranças misturado aos papéis amarelados pelo tempo… Naquelas pautas transcorriam letras de fôrma sem forma, apenas frases inacabadas e outros versos que agora pareciam não fazer sentido. Os sentimentos de Victória estavam inertes, presos aos versos clichês e as palavras repetidas que saltavam daquelas
Hoje, quem navega por aqui é a querida Enluarada Meu primeiro adeus a mim mesma Não, ainda há vida – o adeus não é definitivo. Na verdade o adeus é para um eu temporário que se tornou irrisório ante ao que vivi por tanto tempo. Quebro aqui as regras de
Eu que viajo em pensamentos, sou apenas alguém envolta em minhas ideias conotativas. Meio “menina de asas”. Ser conotativo faz parte dos sonhos que se perderam em algum lugar qualquer, ou num mundo cheio de verbos despedaçados que se encontram em palavras que nos fazem viajar… Algo conotativo seria mais
A poesia dança ela nunca se cansa, apenas balança! Os versos são soltos daqueles que entendem os outros… Ritmo cantado, ritmo falado é a poesia com seu tom ritmado! Este artigo pertence ao blog “Entre Marés”. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
Hoje, quem comanda a embarcação é a Letícia Coelho. 1018. Vomito palavras… Quando engulo sílabas tortas. Derramo urros de exclamação… Quando consumo uma péssima explicação. Cuspo o vocábulo Quando trago escárnio. Duvido de quem almoça desgraça e sorrir… A indigestão não liberta. É necessário derramar, vomitar e cuspir. A alegoria



