No mês da mulheres, o Coletânea Artesanal fez na edição de março, o que é quase humanamente impossível: desvendar o universo dessas milhares de meninas que andam pelas ruas das mais diferentes cidades e que são filhas, mães, avós, irmãs, esposas, amigas, amantes, profissionais, todas iguais – porque são Mulheres…
Autor: Suzana Martins
Nunca saberei explicar se é a ausência ou e excesso de palavras que machucam. (Suzana Martins) Este artigo pertence ao blog “Entre Marés”. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
Por Dulce Miller e Suzana Martins Todos os dias ela acordava e não conseguia reconhecer o mundo a sua volta. Era como não fazer parte de tudo aquilo. Não reconhecia filhos, netos, nem o lugar onde crescera. Mas quando se olhava no espelho enxergava uma menina, uma criança cheia
Ele a beijava delicadamente e a envolvia em seus braços sedutores, fazendo os corações pulsarem. Amarrotavam os lençóis, rolavam pela cama até seus corpos cansarem e transpirar de tanto prazer… Lascívia! Mas eram apenas sonhos e desejos incontroláveis de estar ao lado daquela que conseguia despertar os mais prazerosos anseios.
As pessoas olhavam as nuvens que se formavam em alto mar. Contemplavam o horizonte que no seu infinito misturava-se céu e mar tornando-se únicos. Observam os barcos ancorados no cais, o entardecer, o amanhecer. Ondas que vem e vão… A beleza do infinito é incontestável: o mar, o céu, tudo
… O dia está mais lindo, As folhas ficaram mais verdes, as margaridas estão sorrindo! É vida, é show, é bebedeira, são flores, sorrisos, cores… É vida evolvida feito laço de fita é cor pintada no preto e no branco colorindo notas musicais! Céus, mares, ondas, areia, arco-íris… Gotas de


