Ele levantava antes do sol. Arrumava as redes, lavava o barco e sumia naquela imensidão. Ao longe, podíamos ver a sua embarcação que se perdia naquele mar. Ficava pequenininha. Era lá que Pescador sentia-se rei, o dono dos mares. Sim, esse era seu nome. Pescador. Todos o conheciam assim. Nunca
Autor: Suzana Martins
Hoje é um dia muito especial para mim, é dia de aniversário bloguístico de uma grande amiga. Esse foi um dos primeiros blogs que eu tive contato assim que eu comecei por aqui, na blogosfera. No dia que eu visitei aquele cantinho, que para mim é uma espécie de consultório,
Então as luzes se apagaram, e eu fiquei aguardando o início do espetáculo. Naquele momento a minha imaginação começou a flutuar e procurar pessoas que dariam vida às grandes histórias que eram contadas, lidas e escritas. Apareciam reis, rainhas, homens, mulheres, crianças. Era o cenário mais bonito que eu já
Ele estava sobre a linha imaginária do globo, entre os meridianos, apenas observando o tempo passar. Embora fosse pequeno, tinha a sensibilidade de entender que do lado de fora do seu mundo às pessoas corriam para lá e para cá, desesperadas, e não conseguiam enxergar nada a sua volta. Era
Esses dias quando fui desmontar a minha árvore de natal e encontrei alguns presentes que ficaram escondidos entre os galhos secos daquele pinheiro que estava enfeitando a casa. Deixei tudo de lado e fui abrir todos os pacotes que ainda restavam por ali… Quando abrir o primeiro presente, tinha um
Brincadeiras infantis,sonhos espalhados no céu:o nada que se movimenta,o sol no infinito. Pega-pega, esconde-esconde,pique-cola na sacola. Na grana do parque, na areia da praiaas nuvens se arrumam formando desenhos,para as crianças brincarem. Pintando o céu, afofando nuvens:nuvens altas, baixas, médias. Cachos de cabelo, franja, cirrus…Cirros que são formados por círculos,círculos


