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Entre MarÉs

Palavrear solto

O palavrear desconfortável que estronda por aqui brinca com os meus sentimentos de todas as formas. É estranho admitir certas coisas, principalmente quando todas as teorias exprimem desejos que vieram do coração. Não sei ao certo quais são as palavras que poderiam definir os tais devaneios que brotam diariamente por
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E-pifanias cap. 12

Por Lunna Guedes Naquele final de tarde continuava chovendo, uma fina névoa abraçava a cidade desde a Catedral da Sé até o Morumbi onde viviam os pais de Rayssa. As ruas estavam tomadas por carros, pessoas e movimentos desordenados. Era uma aventura cruzar a cidade aquela altura, em meio a
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Não vá

Não vá embora, nem amanhã nem depois, fique perto de mim, perto dos nossos sussurros. Não vá, fica comigo e veja o amanhecer, o entardecer e os astros brincando de vento… Não vá embora, fique para ler o poema nas notas e nos versos, que escrevo dentro de mim e
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Epifanias – Parte II (cap. 11)

Por Lunna Guedes “E dança o silêncio da autora em minha janela de agora. Já é tarde, mas para mim, o dia acabou de acontecer. E tudo novo e faz tanto barulho, tem tantos movimentos e tudo é estranho e diferente. São tantas ausências possíveis que eu sinto que vou
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Por Everton Vidal

Navegando aqui, em época de festas, meu grande amigo Vidal Uma mensagem de nascimento Uma sombra atravessa as luzes agitadas e o vão dos vidros da cidade que é toda um embrulho. Coberta de anúncios. Na noite que é como se fizesse dia nas calçadas, afogam-se os olhos no cordão
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Devaneando

Quando as palavras viram devaneios numa noite de inverno, o outono se reveste em desejos e visita momentos, monumentos, paisagens… Coisas da intensidade do dia, da intensidade do sabor e do gosto que escorre entre a vontade de parar no tempo no meio do próprio tempo. Parar em certos momentos,
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Cor: camaleão *

Pequenos pedaços*

Vacina no braço, comida no prato

“Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua…”
— Cecília Meireles

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