Hoje, quem comanda a embarcação é a Letícia Coelho. 1018. Vomito palavras… Quando engulo sílabas tortas. Derramo urros de exclamação… Quando consumo uma péssima explicação. Cuspo o vocábulo Quando trago escárnio. Duvido de quem almoça desgraça e sorrir… A indigestão não liberta. É necessário derramar, vomitar e cuspir. A alegoria
Entre MarÉs
Por Suzana Martins e Rafael Cajado A música toca no player. A luz apagada, a chuva despencando lá fora entre as gotas de saudade e algumas lágrimas que encontram o passado e brincam com o presente… Algumas outras fumaças que se misturam a canção, algumas outras vozes encontrando o coração.
Hoje estou navegando por outros mares, outros lugares… Verso arte, verso em cores… Brinco de letras que se espalham por ai, por aqui e acolá… E por ali (pág.11) há versos, e entre cores há versos, apresentações e sonhos (pág.22). Revista Cultural Novitas Nº 6 Este artigo pertence ao blog
Nunca fui do tipo que lê poesias, nem mesmo fui daquelas meninas que escrevem poemas infantis para o grande amor da terceira série. O meu barato sempre foi prosa, sempre foi uma boa e detalhada história. O tempo passou e as histórias ficaram mais “sofisticadas”; veio a faculdade e, com
Fios de saudade, lembranças felizes e nostálgicas. Pensei em ti. A verdade é que hoje acordei pensando em ti e em tudo o que vivemos e sonhamos ao longo desse tempo. Uma saudade que baila ao som da canção que me desperta. Saudade que versa com o vento, brinca de
Não importa quão forte e agitado esteja o mar, sempre haverá um porto, um lugar seguro para ancorar… “Se meu barco foi ao fundo do mar, Se encontrou ventos cruéis, Ou se em ilhas encantadas Recolheu suas velas dóceis; Ou em que místicos portos Hoje ele ancora — Esta a



