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Entre MarÉs

Letter #1

Tuesday, 02/16/2010 É; ainda tenho a velha mania de datar as minhas coisas dessa maneira, por isso não se assuste. O tempo sempre passa, mas alguns velhos hábitos nunca serão esquecidos… Gosto de recordar momentos mesmo quando o tempo ainda é escasso. Ainda cultivos as nossas cartas, então, esqueço de
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Sou abstrata e não é coincidência

Acho que você nem sabe se eu acredito ou não em coincidências, não é?! Ou melhor, você nem me conhece direito. E quando falo em conhecer não é físico, e sim em sentimentos, paixões, vontades e essa minha compulsão por escrever… Sabe apenas que eu “curto” música e pintura, mas
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De volta ao cais

“Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira.” (Cecília Meireles) Ainda é verão por aqui. O sol me avisa isso todos os dias. Sigo viajando de olhos fechados sonhando com algumas gotas de chuva e esperando a noite me abraçar… Daqui, é possível ver as nuvens brincando
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Sempre tem um cais a me esperar

É final de inverno, há um fio de luz no céu que imita a lua, e a maré está baixa trazendo em suas águas o cheiro de primavera. É a beleza dos trópicos que despenca por essas águas que vai seguindo um caminho que eu nunca sei onde vai parar…
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No vazio das minhas palavras

“…assim sem olhar para trás, como um navio, que vai ao longe e já nem se lembra do cais…” Este artigo pertence ao blog “Entre Marés”. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
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Arte pela arte que escorre em poesia!

São poesias as palavras jogadas ao vento versos sem rimas, sem acento. Rimas e versos de amor ou apenas paradoxos de horror! Porém, são poesias! Rimas pobres, rimas ricas Tudo são palavras formadas! Rimadas em poesias, jogadas em maestria, em suas repetitivas linhas… Palavras escritas ao vento ou narradas em
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TENDÊNCIAS NO BLOG

Cor: camaleão *

Pequenos pedaços*

Vacina no braço, comida no prato

“Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua…”
— Cecília Meireles

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