“E velejando nós pela costa, na distância de dez léguas do sítio onde tínhamos levantado ferro, acharam os ditos navios pequenos um recife com um porto dentro, muito bom e muito seguro, com uma mui larga entrada.” (Pero Vaz de Caminha) Há mais ou menos 509 anos, chegavam em nossas
Entre MarÉs
“Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.” (Clarice Lispector) Este artigo pertence ao blog “Entre Marés”. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
Ontem postei alguns versos que foram tecidos numa tal embriaguês poética e que renderam elogios belíssimos. A cada comentário eu estampava um sorrriso de orelha a orelha no rosto, fiquei feliz demais. A Du, num impulso soltou um palavrão, e quando ela faz isso é porque ficou bom demais. A
Canção de Outono Perdoa-me, folha seca, não posso cuidar de ti. Vim para amar neste mundo, e até do amor me perdi. Talvez encontre flores no caminho e nelas eu possa tecer o meu sorriso. Foi entre ondas e areias que descobrir o invertido paraíso. De que serviu tecer flores
Caraíva, 10 de abril de 2009. A chuva caía sem medo! O dia estava completamente cinza. O azul do mar misturou-se ao acinzentado céu numa só paisagem. Apenas as cores das casas rústicas da pequena vila e o verde das plantas do belo jardim destacavam-se naquele emaranhado dia. Na varanda,
A previsão anunciava tempo bom para o feriado. Sol, mar, sombra e uma lua cheia que seria um espetáculo a parte naquelas noites estreladas da pequena Caraíva. Mas de repente ao entardecer, o vento virou e algumas gotas de água começaram a molhar a estrada. Chovia, e os relâmpagos cortavam


