“Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei Pra você correr macio… Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei Pra você correr macio Como zune um novo sedã.” (Pato Fu) Das notas de rodapé resta-me apenas os rascunhos de uma saudade que foi acumulando durante
Autor: Suzana Martins
Até no céu existem as encruzilhadas, essas confluências de caminhos em nuvens. Entre uma asa e outra a incerteza do prosseguir. Na leveza do vento, deixo-me guiar pelos desenhos do céu, por que a vida não tem caminhos certos, mas há sempre um único sentido imitando sonhos… No caminho das
O céu e suas incontáveis nuvens brincam de dias e noites… As nunvens, aos poucos seguem imitando gotas de chuvas, ou pequenos raios de sol. O lápis, em seu grafite, a partir dai rabisca os sonhos de quem vive observando esses pequenos detalhes. Pontas que pintam formas, sem formas. Rascunhos
eu pertenço, no fundo, as estrelas. Não aquelas que estão no horizonte, e sim, as que estão dentro do mar junto das outras rochas livres. Este artigo pertence ao blog “Entre Marés”. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
“Vou com a roupa do corpo mesmo sem ter pra onde ir…” (Filipe Catto) Despertei. Havia ecos por todos os lados. Restava apenas o perfume vazio da flor que deixastes em cima da mesa. Um fio do teu perfume ainda morava em nossa cama, e a tua ausência estava presente
Uma rachadura no copo, um líquido escorrendo dores, um último gole. Um coração cheio de fissuras, uma saudade que não tem fim, o veneno sorvido pela alma de uma cura que não chegou até mim… Não fere o rio, não manche a dor, não rasgue a saudade que escorre em


