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Autor: Suzana Martins

‘Saga’

“Se eu soubesse que o amor é coisa aguda Que tão brutal percorre início, meio e fim Destrincha a alma, corta fundo na espinha Inebria a garganta, fere a quem quiser ferir (…) Mas, de repente, uma farpa meio intrusa Veio cegar minha emoção de suspirar Se eu soubesse que
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#pensamentos #letras365

“Pouco me importa até onde esse ônibus vai.” (Suzana Guimarães) Na estação avistou o trem que chegava. Queria correr e embarcar. Não queria sentir medo, queria apenas deixar as suas pernas livres para correr sem obstáculos e embarcar naquele trem. Mas não conseguiu, ou não quis conseguir. Os que estavam
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De mãos dadas sob o horizonte II – Capítulo 1 by @tatikielber

De mãos dadas sob o horizonte – Parte 2 Capítulo I: Um breve começo O cenário? Copacabana… A linda e eterna Copacabana, acalentando o coração dos moradores e visitantes com sua luz incomparável. Pela manhã, o calor advindo do sol escaldante preenchia corpo e espírito dos transeuntes da cidade, enquanto
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Pelo dia do Amigo!

Amizades são feitas de pedacinhos. Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa. Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa. Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro. (Letícia Thompson) Não,
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Redundância temporal

“Saudade fez um samba em seu lugar…” Diga-se de passagem: o tempo passou e deixou o poema redundante abandonado no meio caminho. Passaram-se as horas, as histórias e principalmente, algumas vontades submersas no existir de um abismo sem fim. Diga-se de passagem: passam-se as horas e as histórias ficam presas
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Pescador

Há invernos com sintomas de outono adentrando as janelas da alma… O inverno adentrou as janelas que estavam abertas e aninhou-se junto aos aromas que moravam no cais. Alguns perfumes cítricos, outros adocicados e alguns que, aos poucos, iam sendo desvendados. Na janela, fora de sua rotina, alguém a observar
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TENDÊNCIAS NO BLOG

Cor: camaleão *

Pequenos pedaços*

Vacina no braço, comida no prato

“Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua…”
— Cecília Meireles

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